terça-feira, 21 de julho de 2009

Porque Odeia a Telefônica?

me mande um E-Mail contando porque você Odeia a Telefônica e seus serviços Pra mim postar aqui no Blog.
mas capriche no Texto. (:


marco-sjc_@hotmail.com

Costa pede fim da proibição à venda do serviço Speedy

O ministro das Comunicações, Hélio Costa, defendeu hoje, durante entrevista à imprensa, o fim da proibição à venda do serviço de internet de banda larga Speedy, da Telefônica. "Acho que deve suspender assim que (a empresa) tiver demonstrado disposição e boa vontade de resolver em caráter definitivo a questão" disse o ministro. Segundo ele, a pena imposta pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) tem função de corrigir os erros, mas não pode "penalizar" o consumidor.



"A essas alturas eu acho que já valeu. O castigo foi merecido e já foi cumprido. Mas, agora, a gente não pode prejudicar o usuário não, temos que refazer isso o mais depressa possível", disse o ministro. Na avaliação de Hélio Costa, a proibição da venda, em vigor desde o dia 23 de junho, já cumpriu seu papel. "Houve uma repercussão nacional, a empresa está consciente de que precisa se modernizar, investir no setor, melhorar o atendimento", acrescentou.



O ministro afirmou que a Telefônica se comprometeu a investir "muito dinheiro" para solucionar os problemas que provocaram quatro panes nos últimos 12 meses, deixando várias pessoas sem conexão à internet, inclusive órgãos públicos. Na última sexta-feira, a Telefônica apresentou o cumprimento da primeira etapa de implantação do plano emergencial para resolver os problemas e pediu à Anatel a suspensão da cautelar para retomar as vendas.



"Uma vez que essas coisas estão caminhando, existe a possibilidade de fazer a revisão desse ato. Se dependesse de mim, eu faria essa revisão", reforçou o ministro. O presidente da Anatel, Ronaldo Sardenberg, disse na sexta-feira passada que o pedido da Telefônica será votado pelo conselho diretor da agência na próxima semana.

Anatel nega inoperância na atuação contra panes

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) rebateu, por intermédio de nota, informação publicada na edição de hoje do jornal O Estado de S.Paulo de que a agência estaria "inoperante" para atuar contra as panes nos serviços prestados pelas empresas de telefonia. A Anatel "refuta com veemência as considerações de que estaria ''inoperante'', uma vez que cumpre integralmente todas as suas atribuições legais, tanto na regulação dos serviços de telecomunicações quanto na sua fiscalização".



A matéria revela que as panes nos serviços das teles podem não estar restritas à Telefônica, na rede de banda larga Speedy. Segundo fontes de setores da Anatel, têm sido registrados problemas na prestação de serviços, que apontam para a possibilidade de um sucateamento das redes de telecomunicações no País, que seria provocado por investimentos abaixo do necessário. A reportagem destaca ainda que a Anatel estaria com atuação limitada por não dispor de instrumentos atualizados para checar a qualidade dos serviços prestados.



Na nota, a Anatel rebate essas informações e diz que "possui indicadores e monitora a qualidade dos serviços de forma permanente, tanto no âmbito das superintendências responsáveis pelos serviços quanto no âmbito da fiscalização". Informa ainda que "investiga todas as eventuais falhas nos serviços e, quando necessário, aplica as sanções adequadas às prestadoras".



A Agência afirma que está atenta às necessidades de aperfeiçoamento do marco regulatório "em um setor dinâmico da economia, em constante evolução tecnológica". Ao final da nota, lembra que tem canais de atendimento ao usuário, que "têm solucionado 75% dos casos em até cinco dias". "Trata-se de um trabalho significativo, pois apenas o call center da Anatel recebe, em média, 300 mil ligações de usuários ao mês".

Telefônica conclui primeira fase de plano

Telefônica anunciou ontem ter concluído a primeira fase do plano de estabilização da rede do seu serviço de banda larga Speedy. Com isso, a empresa espera ser liberada pela agência para voltar a vender o serviço - as vendas estão proibidas desde 22 de junho, por causa das frequentes panes apresentadas.

O presidente da Telefônica, Antonio Carlos Valente, disse ter informado na quinta-feira o presidente da Anatel, Ronaldo Sardenberg, sobre a conclusão da primeira fase do plano, uma semana antes do prazo estipulado. "O importante é que fizemos a nossa parte e agora a agência precisa ter o conforto e o tempo necessário para fazer o seu trabalho", afirmou.

Em Brasília, o presidente da Anatel disse que, em até 15 dias, deverá ter a resposta sobre a liberação ou não das vendas. Sardenberg disse que é um dever da empresa pedir a cassação da cautelar que proibiu as vendas, mas não quis adiantar se atenderá ao pedido. Alguns parlamentares já haviam sugerido à Anatel que só suspendesse a proibição quando a Telefônica cumprisse a segunda etapa do seu plano emergencial, prevista para ocorrer no final de setembro. "A minha ideia é que a agência possa agir na medida em que as coisas forem avançando. Mas avançando não quer dizer, necessariamente, cassar a cautelar. Esse assunto não é brincadeira. É uma coisa muito séria", disse.

ESTABILIDADE

A primeira parte do plano da Telefônica para o Speedy, que teve como foco garantir a estabilidade da rede, consumiu investimentos de R$ 16,1 milhões, para obras como a duplicação da capacidade de resolução dos servidores DNS - computadores que conectam os internautas aos endereços dos sites. A segunda e a terceira etapas, com prazos de conclusão em 90 e 180 dias, terão mais R$ 52 milhões.

O presidente da Telefônica assegurou que a probabilidade de novas falhas no Speedy hoje é muito menor do que há algumas semanas. "O nosso objetivo final é ter a rede mais segura e potente da América Latina em 180 dias", disse.

Segundo Valente, a fim de evitar novos problemas, a operadora pretende ser mais transparente e informar com antecedência todas as intervenções relevantes que fará na rede.

Valente não quis informar quantos novos usuários a Telefônica teria deixado de conquistar com a proibição da comercialização do Speedy, mas disse que, em meses "excepcionais", a empresa chegou a vender mais de 100 mil pacotes de banda larga.

Fonte: estadao.com.br

Panes nos serviços das teles vão além do Speedy

Os problemas que vêm atingindo o serviço de banda larga Speedy, deixando milhares de pessoas e órgãos públicos sem conexão à internet, podem não estar restritos somente às redes da Telefônica. O alerta para o risco de uma falha sistêmica, envolvendo a infraestrutura de outras empresas de telefonia fixa, celular e de internet em alta velocidade, vem de setores da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A agência tem registrado problemas na prestação dos serviços, que apontam para a possibilidade de um sucateamento das redes de telecomunicações no País, que seria provocado por um patamar de investimentos abaixo do necessário.



?O problema não é só do Speedy?, diz uma fonte graduada do órgão regulador. Levantamento obtido pela reportagem mostra que, nos primeiros sete dias de julho, houve pelo menos cinco falhas nas redes da Oi, Vivo e TIM. São problemas nos serviços de telefonia fixa, banda larga e telefonia celular, provocados por rompimentos de cabos de fibra ótica, queda de enlaces e falhas na conexão de roteadores, por exemplo. Também há situações mais comuns, como velocidade de conexão à internet abaixo da contratada e problemas para completar ligações telefônicas.



O aumento da frequência de ?pequenas panes?, segundo a mesma fonte, é atribuído à falta de manutenção nos equipamentos e a investimentos insuficientes para a expansão das redes. Apesar do diagnóstico, a Anatel, responsável pela fiscalização das empresas, estaria com a sua atuação limitada por não dispor de instrumentos atualizados para checar a qualidade da prestação dos serviços.



A Agência, como admite fonte do setor, não concluiu os estudos para elaboração de modelos de regulação econômica que lhe permitam exigir das empresas o cumprimento de planos estratégicos de atendimento da demanda e de modernização das redes. ?A Anatel faz padrão de qualidade com base em uma norma da época da Telebrás?, diz a fonte.

Fonte: estadao.com.br